Silvana viu ‘Olinda’ de Campo Grande em Rua de Pedras por 18 anos
Há 18 anos, a vida veio depois do quarteirão para trazer folia ao lugar histórico e fazer a festa

As pedras de parquet que distinguem o antigo contam a história daqueles que olham para o berço do carnaval de rua de Campo Grande e acreditam que a cidade será “Olinda”. O Valu Silvana passa pelas pedras de Esplanade Ferroway, convidando o passado a uma conversa. Com os braços abertos e a bandeira do bloco com o nome do produtor cultural, o carnaval é o lugar perfeito para fazer hoje.
O produtor cultural Silvana Valu virou a ferrovia para o berço do Carnaval da Rua Campo Grande (MS). Em 2006, ele e o marido Jefferson dizem a eles para escolher a área para suas características históricas com pedras parquetes e casas coloridas inspiradas em Olinda Carnival. O primeiro regimento de Cordão da Valu ocorreu em 2007 e mudou anteriormente a história da folia na capital, que se concentrava na Julho Street and Clubs. Valu, que se casou com a filha do cantor de Samba e o filho do compositor da igreja, democratizou o partido nas ruas. O bloco, que começou com um grupo de amigos e um bar do Homônimo, tem 18 anos em 2024. Valu Cord, este ano em 1º de março no salto ferroviário em 15 horas, a cerimônia de desfile, a tradição do carnaval de rua do campo se mantém viva.
Asfalto com o Dr. Ferreira ainda estava alguns metros entre a parte sólida do tempo em que chegou à rua e, embora fosse estreito, ele tinha certeza de que seria o lugar ideal para atravessar o primeiro regimento. Foi o fim de 2006. Alguns meses depois, em 2007, o grupo passaria, e o artista sabia uma vez e o cenário que seria o endereço oficial da folia da rua para todos.
“Entramos na área à noite, procuramos a rota ideal e, quando chegamos à Esplanade, vimos esse cenário. Não havia dúvida: decidimos que Olinda seria e é por isso que foi feito.
General Melo Street e Dr. Ferreira apontou para as casas pintadas de várias cores e lembrou -se de como elas as fascinavam. A área para Silvana não pôde desperdiçá -la.
“O roteiro de Cobblestone era muito característico. Dissemos que era um centro muito antigo, escolhemos o dedo dele. A rua, as cores são espalhadas, fascinantes e fofas. Pela primeira vez, foi a coisa mais bonita do mundo. Quando passamos pela banda e entretenimento, os habitantes saíram para ver o que aconteceu e nos jogaram água com uma mangueira. Foi super divertido. Tornou -se uma tradição “
Hoje, devido ao número de pessoas, o regimento não passa mais pela rua. Na cerimônia de primeira passagem do cordão, Silvana foi mais imaginado ao classificar como “básico”: Cleópatra. O fundador de Bloc, Jefferson Tell, o fundador do Bloc, foi ao partido imaginário de Marco Antonio. Os trajes são bastante populares entre aqueles que se divertem.
Silvana, sobre invadir o papel daqueles que trouxeram o carnaval de rua onde deveria estar, diz que é feliz, satisfatório e esperançoso com o futuro dos blocos.
“É emocionante ver tudo o que podemos. Acho que abrimos as portas para vir para os outros blocos. Carnaval, como sabemos hoje, reapareceu em todo o Brasil, e o cordão vem dessa bala. Por exemplo, Belo Horizonte apareceu em São Paulo. Nossa inspiração foi o carnaval do Rio de Janeiro. Fizemos de Esplalanada uma cena não apenas para o carnaval, mas também para outras manifestações culturais. “
Antes de 2007, aqueles que moravam no Carnaval Campo Grande deveriam lembrar que as partes foram construídas em Julho e nos clubes da cidade. Essa foi uma das razões que fez Silvana Valu querer levar o partido para a rua e alegria democratizada.
“Perdemos essa coisa de rua grátis. Nós só queríamos pular o carnaval com fantasia. Porque então todo mundo era o mesmo com o ABBA. Queríamos ser diferentes, caminhar. Mostramos um tamanho agradável de campo. “
Após o primeiro carnaval, ele e um grupo de amigos foram para uma história da história durante esse período: Zé Carioca.
“Foi melhor do que eu esperava. Nós choramos muito, nos mudamos muito. Naquela época, quando ficamos no Zé Bar, que tocamos rock, chegamos às roupas que tocavam samba e tocavam no fundo do rock. Houve uma hora em que tudo estava misturado. Havia pessoas que ouviram Samba e ouviram os negros.
Esquerda Para o governador
Fãs e história local do carnaval, o bloco de Silvana começou com um bar e até sabe que até o nome era “Cordão do Bar Valu”. Quem não sabe agora.
Ele e o marido ficaram no palco por três anos. As atividades terminaram após o primeiro regimento no terraço. Os foliões na saída do cordão se juntaram ao bar e se tornaram amigos do casal.
“Já tínhamos uma multidão nos seguindo, amigos da universidade, outros amigos que saltaram carnaval na igreja. Havia um na escola de Samba. Nosso carnaval levou 1 mês. Quando abrimos o bar com resultado do quarteirão, Rui estava na Press Street com Barbosa. Ele estava cheio. Aproximadamente 100 pessoas foram a Feijoada na abertura.
Herança
No total, o bloco é de 18 anos de história, mas o sabor do carnaval é uma herança familiar de ambos os lados. Silvana, filha do cantor de Samba, diz que o Carnaval não se lembra quando não era rotineiro.
“Meu marido era filho do compositor de samba da igreja, o fundador e meu pai era cantor há mais de 30 anos, então nem nos conhecíamos lá, mas com frequência. Meu pai -Law -law fez Samba e meu pai cantaram. Eles foram campeões por muitos anos e minha mãe sempre amava carnaval e fantasias. Desde a infância, lembro -me de fazer duas roupas para pular carnaval.
Este ano, o cabo Valu vai para as ruas da esplanada ferroviária em 15 horas em 1º de março. Clique aqui e descubra toda a programação da folia.
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