A solução terrestre requer a ação conjunta das instituições em MS

O juiz Eduardo Rocha é o presidente da Comissão de Soluções de Terras do TJMS criada há um ano

Assista a parte toda do podcast:

A Comissão de Soluções de Justiça do Sultan do Sultan, liderada pelo juiz Eduardo Rocha, está tentando mediar os conflitos terrestres para evitar lacunas graves. A comissão criada pela solução CNJ incentiva soluções pacíficas e humanas, mas enfrenta dificuldades devido à falta de interesse político. A Rocha enfatiza a importância da cooperação entre municípios, estados e outras instituições para resolver os problemas da terra antes de chegar ao judiciário. Dourados afirma o caso como um exemplo de mediação bem -sucedida e defende o planejamento preventivo para evitar novas profissões irregulares.

A mediação e o diálogo são fundamentais para evitar lacunas graves e fornecer soluções pacíficas para conflitos negros em Mato Grosso do Sul. Completamente.

A Comissão, que foi criada no ano passado, opera através dos conflitos de terras urbanas e rurais, procurando soluções que minimizem os efeitos sociais e evitem peças fundidas atraentes. A iniciativa é o resultado da decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que visa configurar os tribunais de uma maneira que é humanizada com essas questões.

“A Comissão foi criada para trazer soluções intermediárias e pacíficas para os espaços livres de áreas ocupadas”. “Pelo contrário, o reprocessamento foi repentinamente feito sem considerar a fragilidade das famílias”.

No discurso, Rocha enfatizou que a solução de conflitos terrestres não depende apenas do judiciário. É essencial que diferentes áreas de poder público e instituições cooperem para impedir que os problemas da terra atinjam um ponto crítico.

Rocha, “Municípios, estados, defensores públicos, promotores, PI e outros órgãos, oferecemos uma solução para um problema. No entanto, geralmente atingimos a falta de interesse político em resolver a situação com antecedência”. Ele disse.

Graças à mediação entre os proprietários e as famílias que ocupam, a prefeitura se referiu ao caso Dourados, onde um dilema da terra de dez anos está próximo de uma solução. No entanto, algum governo municipal lamentou a falta de comprometimento.

Rocha, “Como você deslocará e colocará uma pessoa? Este é um problema social que os prefeitos devem resolver e também requer a participação ativa de parlamentares, membros do conselho e outras instituições”. Ele disse.

O juiz também enfatizou a necessidade de planejamento preventivo para impedir a realização de novas profissões irregulares. Segundo ele, é essencial que a pesquisa do estado e dos municípios em situações vulneráveis ​​inclua famílias em programas habitacionais.

“Estamos tentando combinar possíveis conflitos e propor soluções antes que elas piorem”, disse ele. “A população precisa de moradia e o estado deve agir antes que as profissões ocorram”.

Segundo a Rocha, o judiciário é o último apelo a resolver esses conflitos, e o ideal é que as instituições públicas e as instituições privadas desistam de questões antes de ir a tribunal.

“Municípios, Assembléias Legislativas, Advogados Públicos e Serviço de Promotoria Pública para impedir o serviço, eles ajudariam muito a reduzir esses conflitos”.

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